
Inspirada nas rodas que giram ao som do pé no chão e das palmas marcadas,
essa arte celebra a cultura popular como expressão viva, pulsante e cheia de identidade.
Cada elemento carrega ritmo, cor e história.
Mas também é sobre lembrar: nossa cultura não é tendência, nem fantasia.
Ela tem origem, tem território, tem corpo e merece legitimidade.
Como criadora nordestina, eu não visto o Coco de Roda de fora,
por isso, essa estampa não nasce de referência, nasce de pertencimento.
Na UMÓI, vestir é também dançar com quem a gente é.
Essa estampa é convite e posicionamento:
entre na roda com consciência, ocupe seu espaço
sem apagar o do outro
e celebre sua existência com cor, presença e verdade.